O levantamento não incluiu a morte de treze crianças indígenas, menores de dois anos, em Santa Rosa do Purus, no início deste ano, que foram à óbito com suspeita de rotavírus.
Segundo o Cimi, as mortes ocorreram em função de doenças e problemas que poderiam ser evitadas ou tratadas. “Cento e vinte e seis crianças morreram por mera negligência [das autoridades públicas] e falta de assistência, de causas que poderiam ser facilmente tratadas. Não podemos fechar os olhos e cruzar os braços diante da agressão, da omissão e da negligência que tem levado à morte as criancinhas indígenas do nosso país”, disse o presidente do Cimi e bispo da Prelazia do Xingu (PA), dom Erwin Kräutler.
Segundo o relatório os próprios índios ouvidos durante a realização do levantamento, a precária situação a que estão submetidos se agravou com o processo de transição da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) para a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai).
Segundo o Cimi, ao serem internadas, todas apresentavam quadro de desnutrição e morreram de diarreia e pneumonia.
Fonte: Da redação Ac24horas
Com informações de UOL
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