segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Indígena é preso acusado de atirar na esposa

O indígena Zenildo Duarte, de 27 anos, foi autuado em flagrante acusado de atirar na esposa. Nailda Severo, de 28 anos, levou um tiro no braço, ontem, por volta das 15h30, na Aldeia Tey Cuê, situada no município de Caarapó. De acordo com a polícia, Duarte alegou que foi um tiro acidental.

Ele estava limpando a arma, que disparou e acertou Nailda. Ela foi socorrida por agentes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Ele foi conduzido à Delegacia da Polícia Civil e autuado em flagrante acusado de lesão corporal e porte ilegal de arma de fogo. (Com informações de S.Bronka)

Indígena é encontrada morta e semi nua


A indígena Celina Brites Amarilha, de 39 anos, foi encontrada morta na manhã desta segunda-feira na aldeia Bororó em Dourados. O corpo estava num terreno baldio ao lado de uma casa onde estava sendo velada outra índígena que cometeu suicídio ontem.

Índios que estavam no velório passavam pelo terreno quando avistaram o corpo. A mulher estava sem calça e peças íntimas e supostamente assassinada por estrangulamento. A Perícia Técnica de Dourados não descarta a possibilidade da vítima ter sido violentada sexualmente. Segundo testemunhas a mulher foi vista pela última vez com um indígena identificado como Joel, que está sendo procurado pela polícia. O Corpo foi encaminhado para o IML de Dourados. (Informações de Sidnei Bronka)

Lançamento do Festival de Teatro em Dourados é na 5ª-feira


Com a participação de grandes nomes do teatro contemporâneo brasileiro, regional e internacional, Dourados será palco de espetáculos artísticos e culturais de 9 a 18 de setembro. Promovido pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e Instituto para o Desenvolvimento da Arte e da Cultura (IDAC), o III Festival Internacional de Teatro de Dourados irá mobilizar os movimentos teatrais do país para oferecer ao público espetáculos regionais, nacionais e internacionais.

Na quinta-feira, dia 1º de setembro, será realizado a cerimônia de lançamento do Festival, com uma grande celebração da arte. Nesta noite, às 20h, no Cine-auditório da UFGD, duas apresentações artísticas, simbólicas da cultura sul-matogrossense e reveladoras da terceira edição do Festival, darão o tom da noite.

Na ocasião será apresentada a programação completa do Festival, que como nas edições anteriores, está repleta de espetáculos de qualidade. Segundo o coordenador do Festival, poeta Emmanuel Marinho, a apresentação da noite de lançamento é uma forma de valorizar a cultura dos índios guaranis de Dourados, que tanto contribuem para a formação da identidade e da cultura local. Tanto é que o símbolo do Festival deste ano é uma foto de Gilmar Galache, retratando o Guaxiré (dança típica) na aldeia Kaiowa Guyra Roka, em Caarapó.

A primeira apresentação na abertura desta quinta-feira será o ‘Ñanderu Guasu Oipytyvõ Ika´aguyre’, concebido e dirigido pelo professor Kaiowá César Fernades Benites e por Alice Rosane Benites. É encenado por um grupo de alunos da escola Municipal Araporã, da aldeia Bororó. O professor Benites diz que este trabalho faz parte da cosmologia Guarani, uma representação dos elementos da natureza e da criação da humanidade.

O harpista douradense Rafael Rodrigues irá mostrar seu talento singular para encher o cine-auditório de música que revela a identidade fronteiriça.

Arte e cultura

O III Festival Internacional de Teatro de Dourados, na essência de democratizar a cultura, irá levar espetáculos para locais públicos, ao ar livre. A praça Antônio João, o Parque dos Ipês e a Feira da Rua Cuiabá serão um dos locais que vão receber os artistas. A Escola Municipal Araporã, na aldeia indígena também receberá espetáculos. Parte das apresentações vão ser feitas no Teatro Municipal de Dourados.

Entre as atrações de destaque de 9 a 18 de setembro está o espetáculo “Lo que más me gusta de Federico”, um recital de poemas acompanhado por instrumentos musicais. É encenado por um grupo do Paraguai. O Festival contará ainda com várias oficinas, palestras e workshops, e uma mostra de trabalhos de professores e alunos do curso de Artes Cênicas da UFGD.

Fonte: DouradosAgora

Venezuela: Comenzó XVI edición de los Juegos Intercomunidades Indígenas


Servindi/RNV, 29 de agosto, 2011.- La comunidad de Manak-Krü, ubicada en la fronteriza Santa Elena de Uairén, municipio Gran Sabana, estado Bolívar, dio la bienvenida a más de 2 mil atletas para iniciar la XVI edición de los Juegos Intercomunidades Indígenas.

El acto de apertura se realizó en las instalaciones del estadio Basilio Benavides “Arena Brillante”, con el desfile de más de 30 delegaciones futbolísticas sub 18 y sub 20 en las categorías libre, y veterano masculino y femenino, provenientes de los distintos municipios del estado Bolívar, así como de poblaciones indígenas de los países hermanos de Brasil y Guyana.

El certamen durará del 28 de agosto hasta el 11 de setiembre y una de las disciplinas centrales será la futbolística, señaló Jorge Ayuso, coordinador regional de los Juegos.

La fiesta inaugural contó con la presencia de Manuel Vallés, alcalde del municipio Gran Sabana y encargado de las palabras de bienvenida; y Carlos Somera, viceministro del ministerio para el Poder Popular para los Pueblos Indígenas, quien reconoció la importancia del trabajo en conjunto entre las empresas del Gobierno Bolivariano para fortalecer el deporte en los pueblos originarios.

Manak Krü 2011

Los Juegos Inter comunidades Indígenas se realizan desde 1982, fecha en la cual un grupo de jóvenes estudiantes de distintos pueblos, organizaron el primer encuentro con el objetivo de propiciar espacios para resaltar la resistencia y lucha de los pueblos indígenas, rescatar y mantener la relación entre las distintas comunidades, además de exhibir disciplinas deportivas tradicionales y autóctonas.

Marisol Monagas, Cacique de Manak-Krü, comentó, como representante de la comunidad sede, la alegría y el compromiso para garantizar el éxito de los juegos.

“Estoy orgullosa de que todos estemos reunidos aquí y de que este año Manak-Krü haya sido seleccionada como comunidad anfitriona. Nos sentimos contentos de albergar a todos los atletas y esperamos que se sientan cómodos durante estas dos semanas”, dijo.

Glennys Alonso, participante de la comunidad Maurak, dijo: “ Es la segunda vez que compito en los Juegos Inter comunidades Indígenas. Vamos a hacer nuestro mejor esfuerzo para ganar el torneo”.

Elvest Francis, de la comunidad indígena Barima, ubicada en el vecino país Guyana, comentó: “Es la primera vez que participo en estos juegos y me siento complacido de poder compartir con los hermanos indígenas del sur de Venezuela”.

Con información de Radio Nacional de Venezuela

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Sobre O povo indígenas ticuna

O povo indígenas ticuna são mais dedicado ao seu povo, e são guerreiro pescador e luta pelo o que quer. Hoje enfrentam o desafio de garantir sua sustentabilidade econômica e ambiental, bem como qualificar as relações com a sociedade envolvente mantendo viva sua riquíssima cultura. O povos indígenas ticuna tem orgulho da sua etnia de modo de viver.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Protesto: Índios saem às ruas por saúde


Dezenas de índios saíram às ruas na manhã desta segunda-feira. Eles protestam pela falta de medicamentos, insumos básicos e profissionais na área da saúde em Dourados e região. O grupo iniciou a manifestação por volta das 8h em frente a Praça Antônio João.

Em seguida o grupo saiu em caminhada pela Avenida Marcelino Pires, em dreção a Funai de Dourados. Em frente a Câmara de Vereadores, os indígenas pararam e cobraram apoio das autoridades locais. Eles também lutam por mais terras e educação nas aldeias.

De acordo com os indígenas, o problema da saúde está levando a mortalidade infantil em Dourados. Uma comissão organizou um documento apontando falhas no atendimento da saúde indígena. A carta deve ser entregue ao MPF em reunião na Funai de Dourados ainda hoje.


Fonte: Dourados Agora

Indígenas de Caarapó fazem passeata em Dourados


“Nós queremos ser mais respeitados”. Com esse pedido, indígenas da aldeia Te’yique, de Caarapó, se reúnem hoje (22) na Praça Antônio João, em Dourados. A mobilização, que começou no dia 19 de agosto, se encerra hoje com um ato pacífico que começa na Praça e segue até a Funai (Fundação Nacional do índio).

Conforme o líder indígena e vereador de Caarapó Otoniel Ricardo, o movimento tem como objetivo chamar a atenção das autoridades para os problemas que acontecem nas aldeias não só de Caarapó, como também de outros municípios da região.

“A gente já sofreu e sofre muito preconceito e, além disso, tem também a violência. O nosso objetivo é lutar pelos nossos direitos. Falta segurança, falta educação, falta saúde nas nossas aldeias, e tem a questão da demarcação de terras também. Nós queremos chamar a atenção dos três níveis de governo, porque fica um jogando a responsabilidade para o outro e nada nunca se resolve”, diz.

O ato de hoje começa as 9h, e conta com cerca de 300 indígenas das etnias guarani – kaiowá e terena. Ainda de acordo com o líder indígena, um relatório de reivindicações será entregue ao Ministério Público.

“Queremos apoio do governo federal para agilizar a liberação de verbas para a Funai, tem que ser mais rápida a homologação para recursos serem liberados mais rápido. O governo tem que olhar mais o nosso lado porque tá morrendo muita criança, ta acontecendo muito assassinato, suicídio. Temos que tentar mudar isso de algum jeito. Vamos encaminhar um documento relatando tudo ao Ministério Público”, finaliza.

(Fotos: Maryuska Pavão)
Fonte: Dourados News

domingo, 21 de agosto de 2011

CONVITE DE MANIFESTAÇÃO

Prezado (a) Senhor (a),


Tendo em vista o sucateamento da estrutura da saúde indígena em nossa aldeia e no estado de mato Grosso do Sul neste processo de transição da FUNASA para a Secretaria Especial de Saúde Indígena/SESAI, verificado pelas péssimas condições em que se encontram toda a estrutura dos Postos de Saúde, transporte, assistência farmacêutica, equipes de saúde e demora nos encaminhamentos, exames e demais procedimentos na rede do Sistema Único de Saúde, afetando diretamente os usuários do subsistema de saúde indígena das nossas aldeias, especialmente mulheres e crianças.
Nesse sentido, tentando chamar a atenção dos Gestores da Saúde Indígena no Ministério da Saúde, o Conselho Distrital de Saúde Indígena/CONDISI-MS encaminhou 04 (quatro) documentos relatando a situação de dificuldades em que se encontra a Saúde Indígena no estado. Já formalizou dois convites para que o Secretario Nacional da Saúde Indígena viesse ao nosso estado para verificar in loco as problemáticas e no entanto nenhuma resposta foi obtida, apenas contatos telefônicos com a sua assessoria informando que para a SESAI Mato Grosso do Sul não é prioridade.
Diante da falta de resposta e com o descaso do governo para com os povos indígenas do nosso estado que tem pagado com a própria vida, especialmente crianças, mulheres e idosos estamos convocando a nossa população em geral, professores indígenas, alunos do ensino fundamental do 5º ao 9º ano, alunos do ensino médio para uma grande mobilização em defesa de uma saúde indígena digna e de qualidade para o nosso povo, a ser realizado no dia 22 de Agosto às 08 horas da manha na rotatória da aldeia Jaguapiru, abordando e denunciando os seguintes pontos:
• Viaturas do plantão em péssimas condições, sujas, contaminados com sangue e secreções onde os pacientes em geral: gestantes, crianças, idosos, pós operados, recém nascidos, esfaqueados estão sendo transportados como se fossem animais;
• Precariedade na estrutura das Unidades de Saúde que necessitam de reformas, onde os banheiros, sala de espera, consultórios estão totalmente impróprios e inadequados para uma Unidade de saúde, cujo ambiente não são arejados e iluminados, e com vários improvisos para atender os pacientes;
• Falta de medicamentos básicos e de uso continuo nas Unidades de Saúde, em quantidade suficiente para atender a demanda, ficando vários dias sem os medicamentos agravando a situação e o sofrimento dos pacientes;
• Falta de materiais, equipamentos e insumos básicos nas Unidades de Saúde, além da falta de condições de trabalho para as equipes de saúde;
• Sucateamentos das viaturas da saúde indígena por falta de manutenção preventiva e corretiva, onde a metade está parada aguardando consertos.

Assim sendo, convocamos as lideranças indígenas, trabalhadores de saúde, trabalhadores da educação, alunos, pais de alunos e comunidade em geral para mostrar a nossa indignação e sensibilizar o governo federal, através da SESAI, por uma atenção urgente visando sanar os problemas acima citados e proporcionar aos povos indígenas do estado de Mato Grosso do Sul, que é a segunda maior população indígena do país, uma saúde mais digna e de qualidade. Esperamos apoio e envolvimento de todos nesta causa, para evitar a repetição dos fatos já ocorridos em nossa comunidade quando fomos visto como a Etiópia do Brasil, devido às mortes de crianças indígenas por desnutrição no ano de 2004/2005.


Dourados, 15 de agosto de 2011.





Fernando da Silva Souza
Presidente do CONDISI/MS
9932-5400




Silvio Ortiz
Presidente do Conselho Local
9933-5022



PROGRAMAÇÃO:

Data: 22/08/2011 – Segunda-feira

08:00 hs – Concentração na Rotatória da Aldeia Jaguapiru e caminhada até ao Ministério Público Federal e encerramento na Praça Antonio João, no centro de Dourados com apresentação cultural.

11:00 hs - Encerramento.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Acadêmicos participam de ato público em defesa dos povos indígenas

Sábado, dia 13 de agosto, à partir das 9h, o Ato Público em Defesa dos Povos Indígenas de MS, reunirá pessoas, movimentos e entidades na rua Barão do Rio Branco, esquina com a rua 14 de Julho. A manifestação é realizada por não indígenas e contará com a presença de acadêmicos índios e não índios dos cursos de História e Direito da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), que convidam os demais estudantes a participar, tendo em vista um ato de solidariedade para com as populações indígenas.

A idéia do ato não é só reagir contra a violência praticada sistematicamente contra os índios. É para chamar a atenção da sociedade sul-mato-grossense que a violência já não pode ser aceita e que há setores não indígenas que se sentem atingidos igualmente em sua dignidade de pessoas de bem que não aceitam nem vão se acostumar a testemunhar passivamente os ataques sistemáticos praticados contra os índios.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Buracos dificultam acesso às aldeias de Dourados

Buracos dificultam acesso às aldeias de Dourados

Quinta-feira, 11 de Agosto de 2011
João Pires

As principais vias de acesso às aldeias indígenas de Dourados estão intransitáveis. Em alguns locais é preciso que os veículos e carroças contornem pelo matagal, na lateral da estrada, devido às crateras e erosões ocasionadas pelas chuvas. Na aldeia Bororó, por exemplo, em um trecho há 200 metros do CRAS (Centro de Referência da Assistência Social) a erosão já atingiu metade da via, dificultando o acesso ao centro de apoio aos indígenas e escolas dentro da aldeia.
A reportagem do Diário MS conversou com alguns indígenas que precisam se deslocar até o centro da cidade e encontram dificuldades para trafegar dentro da Reserva. A indígena, Paula Vilhalva, 71, reside na aldeia Bororó juntamente com o marido e filhos e relatou que em dias de chuvas não tem como sair, devido ao barro que se acumula em frente a sua residência. “Outro dia tive que sair para buscar remédio na cidade, mas quase não consegui chegar até a rodovia, devido a lama e os buracos”, reclamou.
O casal Nelvino Januário e Claudina Benites, também reclamam a falta de manutenção das vias. Januário afirma que mesmo de carro é quase impossível se deslocar dentro da aldeia. “Nem todos os moradores daqui possuem carro, mas mesmo quem possui veículo sofre com as crateras e, em dias de chuva é melhor nem sair de casa”, afirma.
O indígena Francisco Libório, 58 anos, relatou que recentemente ele juntamente com a família se deslocavam de carroça até o centro da cidade quando foram surpreendidos por uma cratera proveniente das erosões e por pouco não se acidentaram. “A carroça quase virou com os meus filhos. O problema daqui só resolve com cascalhamento”, comentou.

OBRAS

Em contato com o secretário de Obras, Jorge Luis De Lucia, ele afirmou que recentemente foi feito levantamento de todos os trechos considerados críticos nas aldeias Jaguapirú e Bororó, Segundo ele o trabalho de patrolamento serão iniciados após conclusão de processo licitatório para o execução do serviços. O secretário ressalta ainda que estão previstas para os próximos dias a recuperação das estradas e linhas de ônibus da zona rural.

Esta Noticia foi retirada dos jornal Diário ms.


Ministério da Justiça inspeciona aldeias indígenas

Coordenadores do projeto de Polícia Comunitária da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), órgão subordinado ao MJ (Ministério da Justiça), fizeram ontem uma inspeção na Reserva Indígena de Dourados, para conhecer as demandas por segurança pública das aldeias do município.


A avaliação técnica será usada como subsídio para que o ministério possa debater com o Governo do Estado sobre o convênio, que está em andamento, para que seja dada a continuidade no policiamento na reserva, ao final da Operação Tekohá da Polícia Federal, que deve terminar em menos de 60 dias. Como se trata de um território da união, qualquer ação desenvolvida pelo Estado deve ser feita através de convênio com o governo Federal.


“O Estado manifestou essa demanda e nós viemos aqui para fazer um trabalho técnico. O objetivo é conhecer a realidade local, para, a partir dessa avaliação, fazer com conhecimento a análise do projeto do Estado”, afirma Coronel Erison Pita, coordenador geral do projeto de Polícia Comunitária no Brasil.


A intenção é aliar essa necessidade local manifestada, com o projeto de polícia comunitária que já existe em todo o Brasil. “Os policiais fazem o trabalho ostensivo e preventivo, mas também mantém contato com a comunidade através de ações de cidadania e cursos”, disse Pita.
O ponto forte da ação são os cursos, assistidos por policiais e membros da comunidade. “Esses cursos são sobre temos variados, ligados aos direitos humanos e ministrados geralmente por professores universitários ou policiais”, disse o Capitão Márcio Mattos, coordenador de cursos do projeto de Polícia Comunitária.


O modelo considerado propício para atender a reserva, teria que passar por adaptações, já que seria o primeiro a ser implementado em uma comunidade indígena. O coordenador Pita, esclarece que a inspeção é um passo e não a garantia de que será implantado.

fonte:Fabiane Dorta

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Sobre o povo indígena Xingu

O tribo indígena Xingu, são mais dedicado pela cultura e a dança é mais importante linguagem para eles , Estão ainda articulados em uma rede de trocas especializadas, casamentos e rituais inter-aldeões. Entretanto, cada um desses grupos faz questão de cultivar sua identidade étnica e, se o intercâmbio cerimonial e econômico celebra a sociedade alto-xinguana, promove também a celebração de suas diferenças. Para o povo Xingu o mais importante para eles e o lar onde eles mora é vive, costumada os povo a dançar no ritual cultural. OS povo indígena Xingu vem ainda fazendo convergir todos os povos do Parque em nome de interesses comuns. O Povo indígenas Xingu Foram integrados aos limites da área demarcada por razões de ordem administrativa, em alguns casos implicando o deslocamento de suas aldeias, isso é muito difícil para os povo indígenas.