terça-feira, 17 de julho de 2007

Por que os indigenas se suicidam??????????

ISSO É UM DOS ASSUNTOS MUITO DELICADOS DA ALDEIA, MUITAS VEZES NÃO TEMOS UMA RESPOSTA EXATA. ESSE É O MOTIVO QUE MUITOS HISTÓRIADORES, ANTROPÓLOGOS VEM ESTUDAR NA ALDEIA, A PERGUNTA É'' POR QUE OS ÍNDIGENAS SE SUÍCIDAM?''
EU COMO ÍNDIGENA VIVO COM ISSO NO MEU DIA-DIA, E MUITAS VEZES OS ÍNDIGENAS SE SUÍCIDAM POR PROBLEMAS FAMILIARES, OU QUANDO TERMINAM UM RELACIONAMENTO. ALGUMS SUÍCIDIOS TEM SIDO CONSEQUÊNCIA DA BEBIDA ALCÓOLICA E DAS DROGAS, POIS NA ALDEIA NO FIM DE SEMANA OS ÍNDIGENAS TEM COMPRADO BEBIDAS COM MUITA FACILIDADE, POIS NA PRÓPIA ALDEIA HÁ PESSOAS QUE COMERCIALIZAM DROGAS E BEBIDAS, ESSAS PESSOAS TRAZEM BEBIDAS DAS CIDADES VIZINHAS PARA COMERCIALIZAREM NA ALDEIA, MUITAS VEZES VIAJAM ATÉO ''PARAGUAI '' PARA COMERCIALIZAREM DROGAS.
HÁ PONTOS EM QUE HÁ PESSOAS BRANCAS QUE VEM DE NOITE E DESCARREGA BEBIDAS ALCOÓLICAS PARA SEREM COMERCIALIZADAS, E OS PRÓPIOS ÍNDIOS COMERCIANTES TEM UM LUGAR SECRETO ONDE GUARDAM AS BEBIDAS.ISSO É ALGUMA DAS CAUSAS DO SUÍCIDIO ONDE AS PESSOAS BEBEM E FICAM LEMBRANDO DE MUITAS COISAS RUIM QUE JÁ ACONTECEU EM SUA VIDA, OU ESTÁ ACONTECENDO E SE SUÍCIDA.
OUTRA CAUSA QUE SEMPRE ESTÁ EM DEBATE É, POR FALTA DE OPORTUNIDADES ONDE NÃO TEM TRABALHO E AS PESSOAS SE ENVOLVEM COM TRÁFICOS DE DROGAS, OU QUALQUER OUTRA COISA QUE POSSA DAR DINHEIRO A ESSA PESSOA. ONDE MAIS ADINTE SOFREM AS CONSEQUÊNCIAS E SE SUÍCIDAM.
MUITAS VESEZ O FEITIÇO A MACUMBA É ALVO DOS SUÍCIDIOS, POIS NA ALDEIA ESTÁ EM ALTO O NUMERO DE PESSOAS QUE ACREDITAM EM FEITIÇO, MUITAS VEZES OS(AS) INDIOS(AS) QUANDO NÃO CONSEGUEM O AMOR DA SUA VIDA VÃO ATÉ OS FEITICEIROS E MANDAM FAZER O FEITIÇO PARA A PESSOA SE SUICIDAR OU SEJA MUITAS PESSOAS FREQUENTAM E ACREDITAM NO PODER DO FEITIÇO E DA MACUMBA.
A QUESTÃO DA DISPUTA PELAS TERRAS TANBÉM É UMA DAS CAUSAS DO SUICÍDIO. E ISSO NA MAIORIA DAS VEZES SÃO AS CAUSAS SUFICIENTES PARA O NÃO ÍNDIO DIZER QUE O INDIO É SUJO, BÊBADO, VAGABUNDO, ELES NÃO PROCURAM NOS ENTENDER E NOS CONDENA NOS MASSACRA DIZEM QUE SOMOS SELVAGENS. HÁ MUITAS COISAS QUE DEVERIAM SER MELHORADAS MAS NÃO TEMOS OPORTUNIDADES.
MAS AINDA HÁ ESPERANÇA POIS TEMOS PESSOAS QUE LUTAM PARA TER UM FUTURO MELHOR, UMA VIDA DIGNA, POIS ESTÁ MAIS QUE NA HORA DE VIRAR ESTA PAGINA!!!!!!!!!

INTEGRANTE DA AJI
17 ANOS- KAIOWÁ

Uma maneira de preservar

Hoje vivemos em um mundo super poluído, a poluição está cada vez pior, sem controle.
Na aldeia não passa o carro para levar o lixo para os lugares apropriados na reserva, esses lixos são queimados, enterrados ou jogado no terreno dos vizinhos prejudicando o solo, poluindo o ambiente e causando doenças muito graves.
Por isso a AJI está tendo a 2º oficina de reciclagem, onde reciclamos os papéis e depois reaproveitamos para novos objetos. Quem nos orienta é a bióloga Daniela pois temos que preservar o que ainda nos resta.
Afinal o mundo, o meio ambiente e outros dependem dos nossos cuidados especiais, e se não cuidarmos de nós mesmos estamos nos prejudicando e prejudicando tanbém a nossa natureza,
a AJI tem uma dica para você preservar o meio anbiente:
RECICLAGEM DE PAPÉIS:
1-Deixar os papéis de molho 24 horas;
2-triturar no liquidificador industrial;
3-tirar o excesso de água em um saco de estopa;
4-colocar uma certa quantidade de cola, e a massa está pronta!
OBS: a massa pode ser tingida da cor que você quiser.
EX:
*jenipapo
*urucum
*beterraba
*tintas
*folhas secas
*etc...
Depois podemos fazer uma decoração com a massa e logo após colocar para secar.
''ZELE O QUE É NOSSO PRESERVE A NATUREZA''
Jaqueline Gonçalves Porto
17 anos
kaiowá

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Emprego indígena

A maioria das pessoa da aldeia gostam mais de ir trabalhar na usina . Mas também tem as pessoa que não gostam de trabalhar lá e procuram emprego em outros lugares.
Existem pessoas trabalhando de catadores de lixo, mas existem poucas pessoas que trabalham nesse serviço na cidade.
Quando alguém quer trabalhar, deve procurar os donos dos estabelecimentos. Os indígenas vão procurar esses lugares para trabalhar e esses donos de lojas falam que não tem mais vaga para trabalhar, que não estão mais precisando . Só por que ele é índio não vai trabalhar nesses estabelecimentos , por isso não tem imprego indígena a não ser nas usinas e nos lixões.




Rosivânia Espíndola
14 anos
Etnia- Guarani

Lançamento do livro da Aji

Na minha opinião achei o livro mais ou menos, eu não gostei muito da figura dos dois índios bêbados brigando e uma garrafa de bebida alcoólica no meio deles. Já sabem que na aldeia existem muitos índios alcoólatras. Na minha opinião é isso. As outras fotos eu adorei, gostei muito desse livro.


Cleberson Ferreira
16 anos- kaiowa

O que a AJI está fazendo atualmente?

A AJI CADA VEZ MAIS VEM DESENVOLVENDO SEUS TRABALHOS. HOJE ESTAMOS ENCARREGADOS DE ATIVIDADES E ISSO É MUITO IMPORTANTE PARA NÓS, POIS CADA VEZ MAIS ESTAMOS CRESCENDO. A AJI JÁ CONCLUIU MUITOS TRABALHOS SUPER IMPORTANTES ,MAS ISSO NÃO QUER DIZER QUE JÁ TERMINOU, ISSO É SÓ O COMEÇO, POIS AINDA TEMOS MUITO QUE CRESCER. UMA DAS NOSSAS CARACTERÍSTICAS É A HARMONIA, A CONVIVÊNCIA DAS TRÊS ETNIAS, POIS O OBJETVO DA AJI É PREPARAR OS JOVENS PARA O FUTURO, OU SEJA, ELA TRABALHA NO DESENVOLVIMENTO DO JOVEM.
NÓS VIVEMOS ENTRE A CIDADE E A ALDEIA, ONDE ESTAMOS CADA VEZ MAIS NOS DESCOBRINDO, ATUALMENTE ESTAMOS TRABALHANDO NA CONSTRUÇÃO DO VÍDEO ''PIN HOLE'' E OUTROS VÍDEOS, TEMOS REDAÇÃO ONDE TEMOS A CHANCE DE FALAR SOBRE A NOSSA ALDEIA E TODOS ESTÃO ESCREVENDO CADA VEZ MELHOR. DIARIAMENTE COLOCAMOS NOTÍCIAS NO CLIPPING VIRTUAL E IMPRESSO, QUE É UM ARQUIVO SÓ DE NOTÍCIAS INDÍGENAS, TAMBÉM TEMOS O NOSSO FOTOLOG, OFICINA DE DIREITOS INDÍGENAS , AFINAL PRECISAMOS SABER OS NOSSOS DIREITOS, TEMOS CURSO DE COMPUTAÇÃO, TEATRO, CURSO DE ESPANHOL E TUDO ISSO COM OS MELHORES PROFESSORES.
A AJI ESTÁ CHEIA DE ATIVIDADES E ESSAS SÃO ALGUMAS DELAS, ATÉ HOJE JÁ REALIZAMOS MUITAS COISAS QUE SERVIRAM COMO EXPERIÊNCIA PARA NÓS, POIS ALÉM DE OBTERMOS CONHECIMENTOS, HOJE ESTAMOS NA LUTA ENFRENTANDO A NOSSA REALIDADE, POIS O FUTURO SÓ PERTENCE A QUEM ACREDITA NA BELEZA DOS SEUS SONHOS .
A AJI ME FEZ ACREDITAR NO FUTURO, E COM CERTEZA TEM MUITO PARA REALIZAR. O POVO AINDA VAI OUVIR MUITO SOBRE A AJI, POIS MUITAS NOVIDADES VEM POR AI E ESTAMOS APENAS COMEÇANDO.

JAQUELINE GONÇALVES
17 ANOS
ETNIA -KAIOWÁ

terça-feira, 10 de julho de 2007

Sem transporte

O transporte escolar é um fator muito importante para a locomoção de alunos que moram longe da escola.No momento pela falta de ônibus muitos alunos ficam sem ir a escola perdendo tempo de aprendizagem, com isso seu futuro ficará prejudicado com certeza.
Agora pelo lado do pessoal que trabalha de motorista, dizem que é pela falta de pagamento que os ônibus não tráfegam pela aldeia, ou seja, a prefeitura contrata esse pessoal que são terceirizados e não os pagam. E outro motivo que levam os ônibus a não realizarem seus serviços na aldeia é a péssima condições das estradas. Com isso, quem totalmente sai perdendo são os alunos que seguem seus caminhos até a escola de bicicleta, que enfretam a violência de frente nas estradas da aldeia.
Então como ter uma solução nesse caso, uma das opções é fazer protesto porque temos os diretos de estudantes, e outra qual será? Isso quem poderia nos dizer são os pais que olham os seus filhos tendo dificuldades de ir até a escola.



Emerson Machado

A MOSCA BRANCA

A mosca branca é assim , elas comem caule de mandioca, fruta e verdura. É uma praga que a ente não vê direito, só no microscópio e a única planta que não pega é o milho e a cana. Será que não tem algo para nós povos indígenas lutarmos contra a mosca branca para vencer?
Um bichinho que não gosta de frio ,parece que gosta de calor,nós povos indigenas não conhecemos bem ainda estas coisas mas a gente sabe que precisa de mais atencão dos agricultores porque esse bichinho não pega só nas frutas e verduras ,pega também na soja e feijão.
Eu acho que não temos direito de comprar veneno sabe porque?muitas vezes os indígenas morrem envenenados , mesmo assim os povos indigenas tem que dar um jeito.
Eu acho que temos que dar um jeito de cobrar a FUNAI, assim o nosso compromisso dará certo, mas tem que ser com veneno, se não a mosca continuará. Eu acho muito ruim e muito difícil combater essa mosca branca, se deus quiser a gente conseguirá.
guarani -18 anos
Ernesto Raulio

Meios de comunicação

Midia é quando uma noticia de famosos ou não saem na TV, internet,rádio e outros meios de comunicação.
Notícias sobre guerras, sequestro e quase tudo de mal que acontece no mundo.Tem notícias que é do interesse dos riscos e eles não deixam nenhum meio de comunicação colocar no ar, as grandes emissoras tem medo ou um acordo com eles.
Tem famosos que estão sumindo da mídia e fazem alguma coisa para aparecer. Mídia tem seu lado bom e ruim também porque tem certos momentos que os paparazzo exageram nas notícias, isso acaba por prejudicar as pessoas que viraram comentários nas noticias que foram publicadas.



Diana Davilã
Terena

Lançamento do livro de fotografias em São Paulo

No dia 24 de junho, fomos para São Paulo, chegamos no dia 25 e no dia 26 de junho foi o lançamento do nosso livro (o livro da AJI), foi muito legal, começamos à descansar as 14:00 h da tarde, e a nos preparar às 16:00 h. Tudo foi maravilhoso chegamos no MIS (museu de imagem e som) às 19:00h e o lançamento iniciou ás 20:00h.
Foi muito legal, teve um coquetel, tinha várias pessoas importantes , e todos estavam lá , pessoalmente para nos elogiar, desejar sorte por que acreditam na gente, e tudo que recebemos foi só elogios. Para mim foi uma ótima experiência, além dos elogios, quando nos sentamos na mesa todos fizeram filas para receber os livros e também nossos autógrafos, depois do lançamento tivemos uma festa de comemoração na casa da Lou. Fora isso tivemos outras programações em S.P e tudo foi muito legal.


Ana Claudia de Souza
Guarani

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Lançamento do livro em São Paulo

No dia 24 de junho fomos para São Paulo para o lançamento do livro "Nossos Olhares" e mais outros três livros, foram nove integrantes da AJI e duas pessoas da GAPK(grupo de apoio aos povos Kaiowa/Guarani).
Os livros foram lançado no dia 26 de junho no MIS (Museu da Imagem e do Som) em São Paulo e junto com o livro "Nossos Olhares" foram lançados: A Revista Imaginario "Deslocamentos","Povos Indigenas em Isolamento Voluntário"e "Jovens Indigenas e Lugares de Pertencimento-Análise dos jovens Indigenas da Reserva de Dourados".
O livro que mais fez sucesso foi o ''Nossos Olhares'', ele é um livro de fotografias, onde os fotógrafos são indigenas e fazem parte da AJI. As fotografias são da aldeia,e os fotógrafos são:Nilcimar, Ana Claudia, Graciela, Tânia, Romildo e Ernesto. Cada um deles tinha um tema, e este livro trata sobre a realidae da aldeia, pois muitas pessoas não procuram conhecer a nossa realidade, e quando se trata de índios, eles pensam logo em coisas ruins. É isso que nós queremos mudar, pois na aldeia não há só coisas ruins , mas também coisas boas. Nós indios também somos seres humanos e fazemos parte da sociedade.
Enfim o livro fez muito sucesso , muitas pessoas compareceram no lançamento, os fotógrafos ficaram muito famosos e todas as pessoas gostaram do livro. Nos disseram até que as fotos do nosso livro parecia com fotografias do Sebastião Salgado, um dos fotógrafos mais famosos do Brasil.
O livro ''Jovens Indígenas e lugares de pertencimento"é um livro que a autora Maria de Lourdes fala sobre a aldeia nos olhares dos jovens, um livro que também fala sobre a nossa realidade.
O LANÇAMENTO DO LIVRO FOI UMA CONQUISTA PARA NÓS, ESTAMOS MUITOS FELIZES E ORGULHOSOS POIS ESSE É SÓ O PRIMEIRO PASSO!!!!!!!!!!!!!!!!

JAQUELINE GONÇALVES
KAIOWA

terça-feira, 26 de junho de 2007

II Encontro estadual da juventude de Mato Grosso do Sul

Nos dias 23 e 24 de Junho em Campo Grande aconteceu o encontro estadual da juventude do estado.Em dois dias discutimos sobre a situação do jovem no estado, houve palestras, debates, gincana entre outros.Havia representantes de alguns movimentos como o MST ( Movimento dos Sem Terra), Movimento dos Quilombos e representante Indígenas.
A AJI foi representada por alguns jovens que buscavam conhecimento, não só em relação aos jovens indígenas, mas também, sobre outras comunidades. Sábado de manhã, deu-se início ao encontro com a palestra do João Paulo, que é ligado ao MST, depois tivemos debates e algumas tarefas para serem cumpridas como: entregar relatórios e participar das oficinas.
No Domingo tivemos a oportunidade de conhecer as realidades das comunidades de Campo grande.O nosso grupo foi para aldeia urbana Água Bonita, lá levantamos dados como: a política, a economia e a história da comunidade. Aprendemos muita coisa em relação a aldeia Água Bonita, eles estão assentados num bairro de Campo Grande chamado Tarcila do Amaral e na aldeia estão morando várias etnias como Kaiowá, Guarani, Terena, Guató, Kadiwéu, Kini kinaw.
Foi sensacional trocar experiências com nossos parentes.
“A história que esta contada até aqui,para nos não serve, o futuro nos pertence,sejamos realistas, exigimos o impossívelque já começou aqui...”
Essa frase foi feita pelo grupo do Sepé Tiaraju (pasta verde)no II Encontro da juventude de Mato Grosso do Sul.
Indianara Ramires Machado/kaiowá/16 anos

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Trocando experiências


No ultimo dia 12 de junho de 2007, Participei da aula de pós-graduação com alguns intelectuais de várias áreas, o assunto abordado era 'Hibridismo". Ao longo da aula pude perceber a concepção que algumas pessoas não índias tem a respeito do "outro" e suas diferenças, pude notar também certa ignorância em relação a assuntos respectivos a cultura ocidental, pois muitos não sabiam qual era o início do pensamento ocidental, que é a influência do cristianismo, portanto centrado em Deus, a Igreja católica no inicio queria uma cultura hegemônica, na qual só a religião católica prevalecesse.
Também foi discutido na aula as várias formas de hibridismo, dentre essas várias formas, encontramos a classe dos jovens indígenas de Dourados, na qual eu pertenço. Este é um tipo clássico de hibridismo, o jovem vive dois mundos, pois ele vive na cidade e na aldeia, faz este trânsito costantemente, sempre tentando fazer uma negociação cultural entre estas duas realidades, ao fazer isto ele não perde nem adquire outra cultura, mas sim constrói uma outra identidade cultural, na qual ele possa viver. Mas este, entre dois lugares também é alvo de costantes conflitos, na qual o jovem passa a questionar o meio em que vive, a sociedade que tanto banaliza sua comunidade.
Entre estes conflitos, muitas vezes se encontra a violência . Uma questão que se tornou um discurso polifônico entre a maioria dos jovens indigenas de Dourados, devido a gravidade com que acontece os fatos violentos.
A aula da Professora Doutora Palestrante de planejamento de metodologia científica, Maria de Lurdes Beldi de Alcântara foi bastante produtiva, pois pude aprender muito e também contribuí um pouco para o pessoal que estava lá de entender um pouco sobre a nossa realidade, ter um contado a mais com o outro e mostrar que nós jovens indígenas podemos ser sim intelectuais de nossas comunidades de nosso povo e quem sabe do outro, que ainda nos parece
um puco distante de compreender.


Graciela Pereira de Souza
21 anos ; guarani