A violência na cidade e na aldeia são quase iguais, mas a parte da aldeia que está mais violenta é o Bororó.No Bororó neste ano está sendo muito violento porque quase todo final de semana estão morrendo pessoas com golpes de fação.Pode ser por richa das pessoas, quando alguém rouba a bicicleta de outro e a pessoa que foi roubada descobre e fica tão brava que briga com a pessoa que roubou, podendo até acontecer uma morte.
Quando acontece briga é por causa do alcoól e drogas que são vendidos nas aldeias.
Na cidade não é diferente, eles também fumam e saem brigando e roubando.
Roubam bancos,lotéricas,lojas e muitas outras coisas. Índios e brancos são quase iguais no que fazem, cada um tem suas diferenças, mas no final todos pensamos e queremos do mesmo modo, em ter um mundo melhor e saudável.
Diana Davila
terena
quinta-feira, 14 de junho de 2007
terça-feira, 12 de junho de 2007
A mídia e suas diferenças
Hoje em dia vivemos rodeados pelo mundo da mídia. Como hoje o capitalismo está em alta é o mundo dos ricos que está em alta.
Hoje na intenet, jornais , tv e rádio as principais notícias são dos famosos e dos ricos, mas nós da AJI também publicamos nossas notícias através do jornal AJIndo, blog, fotolog e clipping.Publicamos notícias da aldeia ou a grande parte do que acontece na aldeia.
Isso é um compromisso que temos com a comunidade, é um meio de nós anunciarmos o nosso povo. Um dos pontos negativos é que não temos o mesmo privilégio dos ricos e dos famosos, mas não deixamos
isso nos vencer, afinal não há ninguém melhor que nós para falar da nossa comunidade.
Jaqueline
Etnia:Kaiowa
Hoje na intenet, jornais , tv e rádio as principais notícias são dos famosos e dos ricos, mas nós da AJI também publicamos nossas notícias através do jornal AJIndo, blog, fotolog e clipping.Publicamos notícias da aldeia ou a grande parte do que acontece na aldeia.
Isso é um compromisso que temos com a comunidade, é um meio de nós anunciarmos o nosso povo. Um dos pontos negativos é que não temos o mesmo privilégio dos ricos e dos famosos, mas não deixamos
isso nos vencer, afinal não há ninguém melhor que nós para falar da nossa comunidade.
Jaqueline
Etnia:Kaiowa
sexta-feira, 1 de junho de 2007
Sociedade

Religião é uma coisa que é dificil porque a ciência não consegue explicar.Mais dizem que a religião é uma consciência moral.Religião é a moral que a sociedade inventou para nós termos vergonha.
Religião católica diz que o mundo nasceu de Adão e Eva vindo dos macacos.Os cientistas acreditam que o mundo nasceu do Big Bem.
Cada um tem seu pensamento acredita no que quiser, cada pessoa acredita no seu próprio Deus, santos ou objetos.
Cada religião tem suas regras, tem igrejas que não aceitam que as mulheres usem calça, só saia e nem algum tipo de maquiagem ou bijuterias.
Religião é igual a futebol, cada um tem o seu e se começar a falar entra em discussão.
Diana Davila
Terena
Religião católica diz que o mundo nasceu de Adão e Eva vindo dos macacos.Os cientistas acreditam que o mundo nasceu do Big Bem.
Cada um tem seu pensamento acredita no que quiser, cada pessoa acredita no seu próprio Deus, santos ou objetos.
Cada religião tem suas regras, tem igrejas que não aceitam que as mulheres usem calça, só saia e nem algum tipo de maquiagem ou bijuterias.
Religião é igual a futebol, cada um tem o seu e se começar a falar entra em discussão.
Diana Davila
Terena
quinta-feira, 31 de maio de 2007
Novos Olhares
cultura e religião, são temas bem complexos, uma vez que os dois se torne parte ao mesmo tempo de um povo, podendo até substituir um ao outro.
Os povos indígenas do Brasil, desde a época da colonização , sofreu uma certa ruptura em seu ciclo natural de vida, pois foi introduzida a eles, uma outra religião, uma outra cultura, a ocidental. Os costumes, a cultura e religiões deste povo se quer foram considerados como forma de vida de seres humanos, a ponto de força-los como animais a obedecer os chamados até então de "civilizados", e obrigados a seguirem uma cultura e religião que não eram deles.
O tempo passou e chegamos ao seculo XXI, e ainda hoje se nota as marcas de uma imposição que ao longo do tempo se tornou "legal". Povos indígenas que seguem uma religião sem ao menos conhecer a historia que há por traz desta religião, povos que tiveram sua religião e cultura quase dizimados, por conta de uma nova ordem social, no qual estes povos tiveram que se habituar, para continuar vivendo.
Apesar dos constantes massacres que eles sofrem, tanto fisicamente como moralmente, ainda existem povos que conseguiram salvar algumas coisas de suas tradições, ainda acreditam em seus mitos e deuses, e de alguma forma estes fatores influênciam na vida da comunidade que mantém estes costumes naturais, principalmente são influênciadas as crianças, pois com elas se torna viva todas estas tradições e costumes.
Por outro lado existem povos que se quer mantém sua língua materna, por interferência da sociedade não-índia.
A cultura muitas vezes é substituida pela religião, é irônico porque estes povos nem sabem que antes de adquirirem outra religião, eles já tinha suas próprias religiões.
Hoje questão da religiosidade se tornou comum entre muitos povos indígenas, seguem uma determinada religião sem saber o que ela prega, o que ela significa. É certo que todo mundo tem o direito de ter sua religião e respeitar a escolha de cada um, desde que ela seje sem opressão, sem imposição, e sem que passe por cima de outra cultura e religião.
Graciela Pereira de Souza
21 anos - Guarani
terça-feira, 29 de maio de 2007
Violência na Aldeia
Para aumentar a preocupação da comunidade indígena, a violência vem crescendo cada vez mais, gerando, brigas, rivalidades, e como se não fosse o suficiente, até mortes.
A comunidade que é composta por índios das etnias guarani, terena e kaiowá, já não sabem mais como fazer para que a violência acabe, ou que pelo menos diminua.
Só no mês de maio foram mais ou menos 5 mortes provocadas por embreaguês, é dificil se dizer mas todas são consideradas mortes horríveis.
Todas essas mortes tem sido de esfaqueamento, são assassinatos bárbaros que vem destruindo nosso povo e afetando principalmente os jovens corações do nosso Brasil que são vítimas desses horriveis acontecimentos gerados por conta de bebidas alcóolicas e drogas
Eu gostaria de lembrar que dizem que temos segurança dentro da aldeia, dizem que temos proteção, e se isso é verdade, aqui vai a minha pergunta, até quando vamos continuar perdendo jovens e adolescentes que nem se quer chegam á conhecer a alegria de viver?
Ana Claudia de Souza
Guarani
A comunidade que é composta por índios das etnias guarani, terena e kaiowá, já não sabem mais como fazer para que a violência acabe, ou que pelo menos diminua.
Só no mês de maio foram mais ou menos 5 mortes provocadas por embreaguês, é dificil se dizer mas todas são consideradas mortes horríveis.
Todas essas mortes tem sido de esfaqueamento, são assassinatos bárbaros que vem destruindo nosso povo e afetando principalmente os jovens corações do nosso Brasil que são vítimas desses horriveis acontecimentos gerados por conta de bebidas alcóolicas e drogas
Eu gostaria de lembrar que dizem que temos segurança dentro da aldeia, dizem que temos proteção, e se isso é verdade, aqui vai a minha pergunta, até quando vamos continuar perdendo jovens e adolescentes que nem se quer chegam á conhecer a alegria de viver?
Ana Claudia de Souza
Guarani
quinta-feira, 17 de maio de 2007
Religião
Religião, acredito que isso veio com a intenção de destruir culturas.
Religião , é um tipo de crença, que cada pessoa escolhe, para crer e seguir suas regras e leis.
Cada religião cria leis para que cada pessoa que as escolham passam vir a segui-las e nelas acreditarem.
Sou católica e acredito somente em Deus, acredito que de certa forma as religiões estão destruindo culturas, de uma forma manipuladora, vou dar como exemplo indigenas da aldeia.
Muitos índios guarani kaiowás escolheram como religião as igrejas pentecostais, e por terem escolhido seguem absurdas regras que afetam a sua vida pessoal, e assim acabam esquecendo sua própria cultura por exigência da igreja. Eu vejo isso como um absurdo.
Ana Claudia de Souza
guarani
Religião , é um tipo de crença, que cada pessoa escolhe, para crer e seguir suas regras e leis.
Cada religião cria leis para que cada pessoa que as escolham passam vir a segui-las e nelas acreditarem.
Sou católica e acredito somente em Deus, acredito que de certa forma as religiões estão destruindo culturas, de uma forma manipuladora, vou dar como exemplo indigenas da aldeia.
Muitos índios guarani kaiowás escolheram como religião as igrejas pentecostais, e por terem escolhido seguem absurdas regras que afetam a sua vida pessoal, e assim acabam esquecendo sua própria cultura por exigência da igreja. Eu vejo isso como um absurdo.
Ana Claudia de Souza
guarani
quinta-feira, 10 de maio de 2007
O preconceito
O próprio nome já diz o pré julgamento de um conceito desconhecido.Hoje ele já abrange os mais diferentes ambientes e lugares, algumas vezes ele é visto como falta de conhecimento por partes das pessoas. Mas existem situações em que realmente ele é algo maldoso e de caso pensado. Infelizmente.
Texto de Graciela Pereira de Souza
Jaqueline -kaiowá
Texto de Graciela Pereira de Souza
Jaqueline -kaiowá
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Educação Escolar Indígena
Hoje a educação escolar indígena é diferenciada, pois além dos alunos indígenas estarem estudando muitas diciplinas eles também tem estudado a língua materna.Isso é muito inportante pois é uma maneira de preservarmos a nossa própria língua.Hoje na aldeia cada vez mais há pessoas estudando, sendo assim está faltando salas de aula, não há carteiras nem cadeiras para os alunos ocuparem.Com isso há alunos desistindo. Começam a ir para as usinas, se envolvem com drogas, ou seja, entram no caminho da perdição.
E no próximo ano muitas pessoas vão estudar e ai como ficamos?pois estudar na cidade é muito dificil para muitas pessoas, primeiro por que hoje o preconceito está em todo lugar, a população indígena é tão mal conhecida pela população urbana que essa tem uma imagem ruim dos Índios.
Nós indígenas também temos o direito de ter uma educação escolar e o respeito de todos. Mas como vamos ficar com essa falta de sala de aula????????
Jaqueline G.Porto
Kaiowá
E no próximo ano muitas pessoas vão estudar e ai como ficamos?pois estudar na cidade é muito dificil para muitas pessoas, primeiro por que hoje o preconceito está em todo lugar, a população indígena é tão mal conhecida pela população urbana que essa tem uma imagem ruim dos Índios.
Nós indígenas também temos o direito de ter uma educação escolar e o respeito de todos. Mas como vamos ficar com essa falta de sala de aula????????
Jaqueline G.Porto
Kaiowá
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Movimento das Mulheres Indígenas
No dia 13 de abril, fomos convidados a participar de um movimento que aconteceria em Campo Grande.
O mais legal foi que a dona Edite participante do conselho indígena das mulheres veio até a casa da aji nos convidar, sem contar que a aji forneceu os cartazes para ajudar na manifestação, mas tudo foi muito legal.
A gente saiu da aldeia as 5:00, com o ônibus das lideranças indígenas , estavamos acompanhados por vários deles , e todos nos trataram muito bem.
Chegamos em Campo Grande as 10: 00 horas da manhã , e fomos direto para a praça onde se encontravam todos os manifestantes e o que achei muito interessante foi: que tinha nome de movimento das mulheres. Não era só das mulheres, mas sim de homens, jovens, e até crianças e também não era só indígenas, mas sem terras, sem tetos, estudantes úniversitários e desempregados, estavam presentes índios de várias aldeias como Caarapó, Panambizinho, Amambai, Buriti e vário outros povos.
Quando chegamos em Campo Grande já se encontravam vários povos, nos organizamos com nossos cartazes, e saimos pelas ruas mais movimentadas de Campo Grande, caminhamos até a outra praça onde teria palanque e espaço para cada representante de sua comunidade.
Mas acabou sendo mas um discurso contra o governo atual(André), foi lá onde cada comunidade teve oportunidade de criticar sobre tudo que o governo tirou das comunidades carentes, bolsa familia, bolsa universitária, cesta básica etc.
De lá fomos de ônibus até a FATMS, não sei bem o que era, acho que uma casa de professores, enfim foi onde almoçamos, logo depois foi aberto um debate no próprio local onde todos os líderes apresentaram suas comunidades e expuseram os problemas e as dificuldades que cada um enfrenta, no meio dessa discussao foi escolhido uma equipe de algumas pessoas para ir para Brasília no abril indígena e também foi feito um documento em nome de todos que é claro que teve a assinatura de todos que estavam presentes, um pedido á favor do parque das nações indígenas, depois disso jantamos ali mesmo no local. As 20:00 horas pegamos a estrada de volta para Dourados e chegamos as 23:00, mas valeu a pena pelo menos pra mim, foi super legal.
Ana Claudia de Souza
Guarani
O mais legal foi que a dona Edite participante do conselho indígena das mulheres veio até a casa da aji nos convidar, sem contar que a aji forneceu os cartazes para ajudar na manifestação, mas tudo foi muito legal.
A gente saiu da aldeia as 5:00, com o ônibus das lideranças indígenas , estavamos acompanhados por vários deles , e todos nos trataram muito bem.
Chegamos em Campo Grande as 10: 00 horas da manhã , e fomos direto para a praça onde se encontravam todos os manifestantes e o que achei muito interessante foi: que tinha nome de movimento das mulheres. Não era só das mulheres, mas sim de homens, jovens, e até crianças e também não era só indígenas, mas sem terras, sem tetos, estudantes úniversitários e desempregados, estavam presentes índios de várias aldeias como Caarapó, Panambizinho, Amambai, Buriti e vário outros povos.
Quando chegamos em Campo Grande já se encontravam vários povos, nos organizamos com nossos cartazes, e saimos pelas ruas mais movimentadas de Campo Grande, caminhamos até a outra praça onde teria palanque e espaço para cada representante de sua comunidade.
Mas acabou sendo mas um discurso contra o governo atual(André), foi lá onde cada comunidade teve oportunidade de criticar sobre tudo que o governo tirou das comunidades carentes, bolsa familia, bolsa universitária, cesta básica etc.
De lá fomos de ônibus até a FATMS, não sei bem o que era, acho que uma casa de professores, enfim foi onde almoçamos, logo depois foi aberto um debate no próprio local onde todos os líderes apresentaram suas comunidades e expuseram os problemas e as dificuldades que cada um enfrenta, no meio dessa discussao foi escolhido uma equipe de algumas pessoas para ir para Brasília no abril indígena e também foi feito um documento em nome de todos que é claro que teve a assinatura de todos que estavam presentes, um pedido á favor do parque das nações indígenas, depois disso jantamos ali mesmo no local. As 20:00 horas pegamos a estrada de volta para Dourados e chegamos as 23:00, mas valeu a pena pelo menos pra mim, foi super legal.
Ana Claudia de Souza
Guarani
quinta-feira, 12 de abril de 2007
Batismo do milho
Estivemos na aldeia Panambizinho no dia seis de abril para nos juntar com os indigenas locais e prestigiarmos a festa do milho. O batismo do milho é um ritual muito sagrado onde os caciques rezam para terem uma boa colheita e para que a próxima plantação de milho não tenha problemas .Pois na reserva eles não usam veneno contra as pragas, mas sim o benzimento.
A festa do milho foi durante três dias, havia a xixa que é uma bebida comum entre os indígenas, ela é preparada pelo milho colhido da roça. Hoje isso é muito raro nas aldeias, poucas pessoas participam dos rituais , pois a maioria da geração de hoje não preserva mais a sua cultura a sua língua materna e outros .
Agradecemos ao seu Luí que nos recebeu com tanto carinho juntamente com sua esposa Cida, e por essa linda festa do milho .
Jaqueline Gonçalves
kaiowá
A festa do milho foi durante três dias, havia a xixa que é uma bebida comum entre os indígenas, ela é preparada pelo milho colhido da roça. Hoje isso é muito raro nas aldeias, poucas pessoas participam dos rituais , pois a maioria da geração de hoje não preserva mais a sua cultura a sua língua materna e outros .
Agradecemos ao seu Luí que nos recebeu com tanto carinho juntamente com sua esposa Cida, e por essa linda festa do milho .
Jaqueline Gonçalves
kaiowá
O que é ser jovem na Aldeia de Dourados
Ser jovem na reserva de Dourados, é encarar vários problemas, mas é claro que não e só isso, também temos o lado bom.
Nos fins de semana, ser jovem pra mim é poder ir fundo em tudo que temos oportunidade de aprender, ser jovem de uma maneira que possamos aprender, buscar fundos, em algo que de uma forma me possa ser útil.
Obs:Ser jovem para mim dentro da Aldeia é encarar a vida de um modo muito difícil; por conta da violência, drogas, preconceito,bebidas alcoolicas, é um problema porque fechando ou não os olhos para não ver e os ouvidos para não ouvir, dentro da aldeia existe problemas sim.
Os jovens que cresceram sem nem um incentivo, ou seja sem instruções, infelizmente passaram, ou são vítimas desses problemas.
A bebida existe dentro da aldeia, e ela é a principal causa da violência, que de uns tempos pra cá, vem sendo motivo de preconceito, dentro e fora da aldeia.
Ana Cláudia de Souza
Guarani
Nos fins de semana, ser jovem pra mim é poder ir fundo em tudo que temos oportunidade de aprender, ser jovem de uma maneira que possamos aprender, buscar fundos, em algo que de uma forma me possa ser útil.
Obs:Ser jovem para mim dentro da Aldeia é encarar a vida de um modo muito difícil; por conta da violência, drogas, preconceito,bebidas alcoolicas, é um problema porque fechando ou não os olhos para não ver e os ouvidos para não ouvir, dentro da aldeia existe problemas sim.
Os jovens que cresceram sem nem um incentivo, ou seja sem instruções, infelizmente passaram, ou são vítimas desses problemas.
A bebida existe dentro da aldeia, e ela é a principal causa da violência, que de uns tempos pra cá, vem sendo motivo de preconceito, dentro e fora da aldeia.
Ana Cláudia de Souza
Guarani
quinta-feira, 5 de abril de 2007
As cestas básicas na aldeia
Hoje com a falta de alimentos na aldeia a população indigena está passando grandes necessidades . Este ano os indigenas não estão tendo garantido o segurança alimentar do governo e por conta disso há muitas familias passando fome , familias com renda mensal baixa , desempregadas e que temem pela falta de alimentos na aldeia.
Os índios recebem cestas básicas da FUNASA e estas não foram distribuidas por alguns meses e então a população indigenas ficou revoltada . O desespero de familias implorando por alimentação é imenso , nos utimos dia aqui na aldeia de Dourados houve mortes de crianças indigenas por desnutrição .
Mas até que enfim a cesta básica da FUNASA foi distribuida uma cesta básica de aproximadamente 40 kl para familias com crianças menores de sete anos e vinte cinco kl para outras familias . E finalmente o sorriso a alegria das familias ao pegarem a cesta básica voltou . Uma mulher indigena disse emocionada ''...hoje estou feliz por que hoje tenho comida para comer e tratar dos meus filhos ...'' e ainda ouvi um funcionario da FUNASA dizer ''se fosse uma reza não tinha tanta gente assim ...'' isso não é uma questão de cultura maa sim de necessidade .
Mas e a cesta básica do governo ? eles prometeram tanto que até hoje ninguém recebeu a cesta básica do governo pois a fome não espera .
A TEORIA É BOA MAS A PRÁTICA....................................!
Jaqueline Gonçalves - Kaiowá
Os índios recebem cestas básicas da FUNASA e estas não foram distribuidas por alguns meses e então a população indigenas ficou revoltada . O desespero de familias implorando por alimentação é imenso , nos utimos dia aqui na aldeia de Dourados houve mortes de crianças indigenas por desnutrição .
Mas até que enfim a cesta básica da FUNASA foi distribuida uma cesta básica de aproximadamente 40 kl para familias com crianças menores de sete anos e vinte cinco kl para outras familias . E finalmente o sorriso a alegria das familias ao pegarem a cesta básica voltou . Uma mulher indigena disse emocionada ''...hoje estou feliz por que hoje tenho comida para comer e tratar dos meus filhos ...'' e ainda ouvi um funcionario da FUNASA dizer ''se fosse uma reza não tinha tanta gente assim ...'' isso não é uma questão de cultura maa sim de necessidade .
Mas e a cesta básica do governo ? eles prometeram tanto que até hoje ninguém recebeu a cesta básica do governo pois a fome não espera .
A TEORIA É BOA MAS A PRÁTICA....................................!
Jaqueline Gonçalves - Kaiowá
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