quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Notas Curtas AJI
Jaqueline
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Estradas da aldeia
Jaqueline Gonçalves
As estradas da aldeia de Dourados com as chuvas tem ficado toda com buraco, a estradas principais que cortam a aldeia encontram se em um estado de calamidade, muita lama, impossível de se transitar até mesmo de bicicleta.
Esta bem que estamos na aldeia mas porém todavia, pelo menos a comunidade merece transitar em uma estrada com menos buraco.
Vamos ver se está nos planos dos candidatos a nova prefeitura de Dourados, cascalhar as estradas da aldeia. Ou mais uma vez irão para a aldeia apenas pedir voto e depois das eleições esquecem da aldeia.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
O usufruto das terras são de Direito de quem ?
Segundo os Jornais locais o Ministério Publico Federal quer tirar de cena os arrendatário não índio que atuam dentro das aldeias.
Por outro lado o uso fruto das Terras Indígenas é de Direitos dos Indígenas a FUNAI não pode dizer e mandar os índios o que devem fazer e nem impedir.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Volta as aulas na aldeia
Espera-se que os alunos indígenas estejam animados para mais um ano escolar.
AJI- Notas curtas!
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
A AJI

A aji e um lugar onde os jovens tem aprendido e estão se interessando a participar mais das oficinas. Na aji os jovens tem a oportunidade e reconhecer realmente o aprendizado, os jovens que estão participando das oficinas da aji não só na aldeia como na cidade tem como proposta tirar muitos jovens do meio das drogas, como também tem oportunidade de ser alguém na vida. Também temos a oportunidade que procurávamos, nos não tínhamos o espaço
que temos agora. Foi muito bom estar na aji. Eu sou a Dhenelis Oliveira, tenho 14 anos sou índia guarani, estou na aji desde Março de 2010, já participei da oficina de fotografia e terminei o curso de computação, e por estes dias estou como umas das novas Colegiada da aji foi e esta sendo muito bom estar na aji. A aji oferece conhecimento e aprendizagen.
MPF determina derrubada das plantações de soja na Reserva de Dourados
Procurado pelo O PROGRESSO, o procurador da república Marco Antônio Delfino de Almeida diz que as terras estão sendo ocupadas por plantio de soja. A prática detectada há 14 anos, envolve uma série de atos ilegais e problemas crônicos causados nas aldeias.
O primeiro deles desrespeita a lei 8.176/ de 1.991, que diz que sem autorização, não é permitido o uso da ocupação de terras da União. A segunda irregularidade está na lei 11467de 2007. Ela proíbe a plantação de transgênicos em áreas de proteção.
Segundo o procurador, além de desrespeitar a lei, a prática do arrendamento causa sérios riscos à comunidade. O primeiro está relacionado a falta de fiscalização dos órgãos competentes que regulamentam as atividades no campo. “O que se vê é mau uso de defensivos agrícolas para conter a ferrugem asiática. Não há controle pelo Iagro, ou por técnicos especializados como prevê a lei 3.333 de 2006 de MS.
Por causa disso, a água da comunidade pode estar sendo afetada diretamente. Um estudo recente da pesquisa-dora Karina Trabuco, alertou para os suicídios. A causa poderia estar ligada ao uso de água contaminada por agentes químicos das lavouras que agiam como depressivos”, alerta.
Outro impasse, segundo o procurador, é que há denúncias de que tratores do poder público e óleo estariam sendo utilizados nas lavouras de soja por agricultores. “Eles fazem fortuna porque não tem despesas com terras e equipamentos. Aliciam indígenas que ganham uma miséria para arrendar a terra. A quantia, além de irrisória, não é revertida para a comunidade”, disse.
Segundo relatório do MPF, em depoimento dos índios, foi declarado que as terras eram “alugadas” por valores irrisórios. Em alguns casos, os indígenas recebiam R$ 100 por alqueire; em outros, o pagamento era feito por colheita, cerca de R$ 2 mil. Há casos, ainda, em que o pagamento pelo uso de sete hectares de terra era de R$ 3 mil ao ano.
Com menos terra para plantar, indígenas são mantidos com cestas do governo. “O risco nutricional é menor hoje em relação a 2005. Mas ainda há crianças abaixo do peso. Algumas ainda passam fome, mesmo com a ajuda de cestas básicas. O ideal seria ensinar a pescar e não dar o peixe”, argumenta.
Por causa disso, segundo o procurador Delfino, a União deve adotar medidas destinadas à implementação da sustentabilidade e a consequente segurança alimentar da comunidade, através de um plano de etno-desenvolvimento, que deve estimular atividades produtivas, prestação de assistência técnica e o devido suporte financeiro e material para a execução das ações.
JUSTIÇA
Duas ações estão tramitando na Justiça. A primeira (penal) cobra a prisão de índios e agricultores envolvidos no arrendamento. Eles podem ser condenados de um a cinco anos de reclusão. A segunda (ação civil pública) solicita indenização dos fazendeiros acusados do arrendamento. Os valores por danos materiais passam de R$ 1 milhão e devem ser revertidos em prol da comunidade indígena. Os índios também deverão pagar pelo uso ilegal da terra, sendo que os valores serão estabelecidos durante o processo na Justiça. Segundo o procurador, toda a cadeia produtiva por arrendamentos é ilegal e nada se diferencia de garimpo. “Por causa disso as lavouras devem ser destruídas e os equipamentos apreendidos”, determina.
douradosagora
Indígena é morto a golpes de facão no pescoço em Dourados

Lauro Lopes, de 40 anos, foi encontrado morto, na noite de ontem, na Reserva Indígena de Dourados. Moradores que transitavam pela estrada vicinal, perto do Cras da Aldeia Bororó, passaram pelo local onde, segundo informações, a vítima estava deitada depois de beber cachaça durante a tarde toda. O grupo achou que ele estava dormindo. Por volta das 20h30, equipe da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) avistou Lauro caido sobre uma poça de sangue. Ele já estava morto, com dois ferimentos profundos, provavelmente golpes de facão, no pescoço.
O perito Francis Paes e a delegada da Polícia Civil, Francielle Candoti estiveram no local do crime. A comunidade confirmou à polícia que o consumo de drogas e álcool é grande nas aldeias de Dourados, onde a criminalidade vem aterrorizando os indígenas.
O homicídio de ontem é o terceiro caso deste ano de 2011, na Aldeia Bororó. As primeiras vítimas do ano foram mãe e filha, brutalmente assassinadas no 1º do ano. (com informações de CIDO COSTA)
De volta na área galera
Equipe AJI - Ação de jovens indígenas de Dourados
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
A AJI entrou de férias
Estamos entrando de férias prometendo voltar nas primeiras semanas de janeiro de 2011.
A todos Boas festas, um FELIZ NATAL e um ANO NOVO cheio de paz, realizações em nossas vidas.
Abraços Jaqueline
Colegiados AJI - Ação de jovens indígenas de Dourados
Apesar de saúde muito precária, população indígena cresce
Depois de grandes períodos de redução ou ameaça de extinção, a população indígena no Brasil tem crescido nas últimas décadas a uma média de 3,5% ao ano. As razões são desconhecidas. Uma das possibilidades, segundo os antropólogos, pode ser a melhoria nas condições de vida com o aumento no número de vacinações e maior segurança territorial. Como a Amazônia concentra a maioria das terras indígenas do país, e abriga 173 povos que totalizam cerca de 250 mil pessoas, essa é a boa notícia do relatório do Imazon. A má notícia é que persiste uma grande crise na saúde indígena.
A mortalidade infantil é um indicador crítico entre essas populações, indica o capítulo elaborado pelo antropólogo Leandro Mahalem de Lima, do programa de monitoramento de áreas protegidas do Instituto Socioambiental (ISA), a ONG mais conhecida do país no trabalho com os povos indígenas. “Os dados de mortalidade infantil mostram índices que praticamente são o dobro da média nacional”, diz ele. Enquanto o Brasil registra uma queda expressiva na mortalidade de crianças de menos de um ano, entre os índios a taxa continua alta. Entre 2005 e 2007, morriam 50 a cada mil nascidos vivos ao ano. Crianças indígenas de até cinco anos têm risco de morrer até quatro vezes maior que os outros brasileiros.
Desnutrição, pneumonia e desidratação estão entre as principais causas de doenças.
“O acesso dos povos indígenas aos serviços básicos de saúde é precário na Amazônia, devido às distâncias geográficas e ao descaso no atendimento”, escreve Mahalem. Malária, tuberculose e doenças sexualmente transmissíveis têm alta incidência.
Quanto à educação escolar indígena diferenciada, garantida pela Constituição, tem havido avanços. Entre 1999 e 2007, ocorreu uma expansão na rede de escolas indígenas e crescimento de quase 50% na matrícula de estudantes. O número de escolas indígenas com material próprio também cresceu, o que é um dado importante para avaliar se as escolas têm dado valor às línguas e conhecimentos tradicionais. Mas só 5% das escolas tinham computador e menos de 1% estava conectada à internet.
“Outro dado que salta aos olhos é o mosaico de novas obras de infraestrutura para a região e que incide diretamente sobre áreas ocupadas por populações indígenas”, registra o antropólogo. “Sem planejamento específico e participação da sociedade civil, os danos para a região e para esses povos podem ser dramáticos.”Fonte: Valor Econômico
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Funcionários da Funasa mantém a greve na aldeia de Dourados e região
Funcionários da FUNASA que trabalham pela Missão da aldeia de Dourados, Jaguari, Limão Verde e outros, como os agentes de saúde, técnicos de enfermagem, AISAN e outros mantem greve. Não há previsão do salaŕio referente ao mês de dezembro.
Funcionários revoltados, não estão trabalhando. A FUNASA que este ano não realizou o acerto dos mesmos funcionários prometendo assim este acerto no ano que vem mas que este ano não atrasaria pagamento algum, mas de fato não é que vem acontecendo.
AJI
OFICINA DE RÁDIO PARA JOVENS INDÍGENAS
A AJI que pretende futuramente realizar um programa de radio de uma maneira diferente abordando nossas culturas, nossos costumes, diversificando o programa, com divulgações dos acontecimentos da aldeia e outros. O programa ainda está em construção, e vai ser mais uma atividade de mega importância para os jovens indígenas da aldeia de Dourados.