sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

OAB defende ação do CNJ

A Ordem dos Advogados do Brasil do Mato Grosso do Sul (OAB/MS), através da Comissão Especial de Assuntos Indígenas, enalteceu a ação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ao realizar em Campo Grande, o Projeto Cidadania, Direito de Todos, iniciativa que reconhece a necessidade de inclusão do índio “e mostra a grave situação de penúria porque passam os povos indígenas do estado e a necessidade de se promover a erradicação do sub registro, a adoção de documentos civis para todos, ações de fundamental importância que asseguram a cidadania aos povos indígenas”.
A mestra e doutoranda em Direito Indígena Samia Roges Jordy Barbieri, presidente da Comissão, destacou o papel do CNJ nesse resgate “pois o projeto de Cidadania dá visibilidade a um povo que vive escondido e sofre desrespeitado em seus direitos fundamentais ao longo de anos”. O CNJ, segundo Samia, estabelece uma nova relação no trato das questões que envolvem o índio e lhes garante o exercício da cidadania.
“O estado de Mato Grosso do Sul tem a segunda maior população indígena do Brasil e a situação desses índios é crítica. O estado vive um verdadeiro apartheid social. A morte de lideranças indígenas é um fato corriqueiro e são altos os índices de criminalização aos indígenas pois os operadores do Direito, lamentavelmente, não entendem a especificidade do Direito indígena”,denuncia a professora cujas ações de defesa dos indígenas são divulgadas através de um blog (www.ceaiobms.blogspot.com/).
Samia Barbieri, autora da obra “Os Direitos constitucionais dos índios e o Direito à diferença face ao princípio da dignidade da pessoa humana” (Editora Almedina, Coimbra) denuncia que os índios têm sido tratados “como empecilho ao desenvolvimento, como coisa apreendida e conquistada”.
Segundo Samia, “a população indígena sofre com o descaso do Poder público e com a lentidão dos processos de demarcação de terras”. A ação efetiva do CNJ que torna visível a situação dos índios, segundo a autora, traz esperança de que as questões das diversas etnias terá um horizonte mais promissor.
Fonte: OAB/MS

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Novo curta metragem AJI



A AJI (Ação de jovens indígenas de Dourados) está trabalhando em cima de um novo vídeo curta metragem com os jovens indígenas.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Em defesa de suas terras, indígenas vêm a Brasília


Nada além de terra para sobrevivência dos filhos, dos parentes. A exigência dos indígenas é sempre a mais simples e a que mais incomoda fazendeiros, madeireiros, grandes empresários: terra para trabalhar e viver em paz com a natureza. A simplicidade é natural do povo, que tem recente contato com o não índio e modos de vida em relação com a natureza. Em Brasília nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, o povo Awá do Maranhão esteve em reuniões no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) e no Ministério Público Federal (MPF). O motivo? Pedir a estas instâncias que garantam sua permanência na terra que é e sempre foi deles.

O grupo de cerca de 10 indígenas Awá chegou a Brasília no dia 30, já com reunião marcada no período da tarde com o desembargador do TRF1, Jirair Meguerian. Na reunião, destacaram a importância do rápido julgamento de uma dezena de apelações que atravancam a finalização do processo de demarcação das terras do povo. Esta é uma das 11 apelações, contra a sentença do juiz José Carlos Madeira, em que determinou que a União efetue a demarcação de acordo com os termos da Portaria nº 373/92 e do laudo antropológico elaborado pela perita oficial em antropologia Eliane Cantarino O’Dwyer (Universidade Federal Fluminense), procedendo também a homologação e registro imobiliário da área, que fica nos municípios de Zé Doca e São João do Caru (MA). Em algumas das apelações, a Funai e a União também apelaram porque, na época, estimaram o prazo para a realização da demarcação.


O desembargador ouviu os depoimentos dos indígenas, de missionários e da assessoria jurídica do Cimi que os acompanhavam: relatos de ataques de madeireiros, de indígenas assassinados, de desmatamento, de invasão de fazendeiros. Meguerian afirmou que deve tomar as medidas cabíveis assim que o MPF fizar suas apreciações.

“No Maranhão, já tentamos resolver esse problema, mas não adiantou. Por isso viemos a Brasília! Estamos pedindo socorro para que o senhor olhe o nosso documento primeiro!”, pediu Itaxi Awá. As falas dos indígenas seguiam nesse sentido, de que já procuraram soluções no próprio estado do Maranhão, mas de nada adiantou, que precisam caçar, que precisam da floresta para pegar mel e frutos, e que está ficando complicado com a invasão dos pistoleiros. Os Awá ficaram satisfeitos com a visita a Jirair Meguerian. Uma das metas da viagem a Brasília havia sido cumprida.

No MPF

A gama de temas para discussão foi um pouco mais ampla na reunião dos Awá no Ministério Público Federal, neste 1º de dezembro. Regularização de terras, proteção das áreas indígenas, saúde foram os assuntos da reunião que contou com a presença de procuradores federais, outros membros do MPF, representantes da Funai, da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), da Advocacia Geral da União, da Ouvidoria Agrária, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), missionários e assessores jurídicos do Cimi, com professoras linguistas da Universidade de Brasília (UnB) e claro, com a comissão de lideranças Awá.

Coordenada pelo procurador da República no Maranhão, Alexandre Soares, a reunião foi uma oportunidade de os indígenas apresentarem as demandas diretamente aos representantes dos órgãos públicos responsáveis por atendê-las. Vários indígenas falaram o que vem acontecendo em seu território. Mostrando um mapa da região, eles relataram que há madeireiras, serrarias, caçadores e fazendeiros, que os impedem de usar a área para caça. “Já estão criando gado na nossa área, como que a gente fica com nossa terra acabada? Queremos que os invasores sejam retirados!”.

Os depoimentos eram preocupantes. “Esta terra vai acabar. Onde vamos coletar o mel? Onde vamos criar nossos filhos? Eu tenho medo dos madeireiros e a gente fica preocupado. Como vamos fazer?”, afirmavam. Muitos indígenas lembravam que a terra é de graça e que eles se alimentam de graça, e que na cidade não é assim. “Fica muito difícil ficar sem a terra, porque vamos ficar sem alimentação. Na cidade tudo é pago! Parece que o fazendeiro não vai nem sair, porque ele tem até casa dentro da nossa área! Por isso a gente veio pedir ajuda aqui em Brasília, porque tem que tirar os invasores de lá para as árvores nascerem de novo!”, relataram.

Diante dos relatos, o procurador chefe Regional da da 1ª Região, Alexandre Camanho, ficou estarrecido e indignado. Ele ressaltou a importância e o grande significado dos indígenas estarem ali fazendo pessoalmente os seus depoimentos. “O que me parece inaceitável é fazer algo na semelhança de favor. O MPF não está fazendo favor aos índios. É a nossa obrigação! A situação dos Awá é a mesma em várias partes do país. Mas o Brasil virou as costas para o índio e isso é inaceitável!”, afirmou. Para Camanho, o papel do MPF muitas vezes é pedir que direitos sejam respeitados. “As etnias vêm a Brasília para pedir. Isso é um absurdo! Temos que fazer um esforço brutal para fazer as coisas a contento. Não é possível que questões desse naipe venham parar na mesa do MPF, sabendo que existem serviços públicos para isso”, ressaltou.

Camanho também destacou a atuação dos órgãos públicos para retirar os invasores da área. “Não somos delicados com quem usa a terra de verdade. Por que temos que ser condescendentes com quem invade? Coisas essenciais são retiradas dessas pessoas (os indígenas)! Que bom que o MPF pode fazer a proteção desses índios. E que pena, porque isso não deveria existir!”. Finalizando sua fala, o procurador garantiu que em uma hora, ele estaria designando um procurador para cuidar pessoalmente do caso e garantiu que a União iria desistir da apelação (nos processos, a União recorre da demarcação das terras por afirmar que o tempo era muito pouco). Ele também se comprometeu a participar no julgamento da corte especial e propôs que em todos os casos, a Funai apresente os documentos necessários. Camanho se colocou totalmente a disposição e desejou aos indígenas que tudo dê certo, cumprimentando-os pessoalmente um a um.

Começando a resolver

Num segundo momento da reunião, passou a escutar os representantes dos órgãos presentes para que apresentassem encaminhamentos em relação aos problemas apresentados. A superintendência do Incra no Maranhão enviou um pequeno informe, afirmando que não há terras passíveis de desapropriação na região e que não tem para onde levar os invasores da área indígena.

A sugestão foi que a Funai repassasse o levantamento de não índios na área já existente para o Incra, para que possam trabalhar em conjunto, verificando as propriedades de boa fé, para que estas pessoas sejam retiradas e reassentadas. O procurador Alexandre Soares lembrou a necessidade de se apresentar cronogramas e prazos para que medidas sejam tomadas de forma mais rápida. No entendimento do coordenador geral de assuntos fundiários da Funai, José Briner, ali não há ocupações de boa fé, e lembrou que a própria sentença do Juiz José Carlos Madeira mostrou isso. Ainda assim, ficou decidido pela formação de uma comissão, com funcionários da Funai e do Incra, para que identifiquem o número de invasores e possam assim tomar as providências cabíveis em cada caso.

Sobre a proteção do território Awá, Alexandre Soares lembrou que a área é a que mais sofre com a pressão madeireira e cobrou fiscalização permanente (com bases de proteção) e uma operação de fiscalização em caráter emergencial. O coordenador da área de índios isolados da Funai, Elias Biggio, reconheceu que o trabalho da Funai na área possui algumas falhas e ressaltou que a situação é complexa, o que torna a presença policial permanente muito necessária. Ele se comprometeu a trazer os relatórios locais sobre a pressão de não índios, além de entrar em contato com o responsável na Funai para que acompanhe outras instituições (polícia Federal e Ministério do Meio Ambiente) na operação Arco de fogo. Ele afirmou ainda que deve viabilizar atividade de campo de funcionários na Funai na área ainda esse ano.

Saúde – Existe total descaso em relação à saúde indígena no estado no Maranhão. Diante do quadro, o MPF propôs que seja elaborado um programa de medidas específicas e diferenciadas para as comunidades indígenas. Os indígenas relataram falta de saneamento, precariedade no posto de saúde e total descaso da Funasa no tratamento diferenciado com os povos. A equipe do Cimi no Maranhão apresentou um slide com fotos que falavam por sim, sobre a precariedade no atendimento aos indígenas. A representante da Sesai presente na reunião, Irânia Marques, fez uma breve explicação sobre a Secretaria e sobre a especificidade da saúde indígena, afirmou que a Sesai assumiu esse compromisso. Como encaminhamento das demandas de saúde, ficou marcada para o dia 20 de dezembro uma reunião a ser realizada em São Luiz do Maranhão, com as presenças de Funai, Sesai, Cimi, Universidade Federal do Maranhão e os indígenas para que medidas urgentes relativas à saúde e ao saneamento na terra Awá sejam tomadas.

No retorno para o Maranhão, os indígenas levaram um pouco mais de esperança na bagagem, ao saber que ainda existem pessoas que podem se comprometer com a causa indígena. Agora é redobrar a atenção para que os compromissos estabelecidos sejam realmente cumpridos.


Maíra Heinem

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Indio é assassinado na aldeia Jaguapiru

Jaqueline Gonçalves

O indígena Abel Braga Velasque, 20 anos, foi assassinado na aldeia Jaguapiru por volta das 19h30 de sábado. O indígena passava por uma estrada com sua esposa uma adolescente de 14 anos, quando foi atingido por um tiro de revolver nas costas. A polícia investiga informações de lideranças indígenas de que o crime tenha sido cometido por um homem que seria pai de uma jovem de 17 anos que foi assassinada a cinco meses atrás com um golpe de foice no coração, e que Abel seria o principal suspeito do homicídio.
O suspeito está foragido.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

" A musica eletronica na aldeia e nossa vida"











Na aldeia, os adolescentes curte, ouvi, mais os ritmos; Hip Hop, musica eletrônica Dance e GOSPEL, estes são uns das mais pegadas e ouvido cantados por cantores Jovens, muitos montam grupo de dança com coleografia onde apresentam nas


Escola e Igrejas e locais de festa, como em alguns aniversario de colegas na aldeias, a cada apresentação exige muito esforço, necessita de muito disposição para ensaio coisa que para eles e tudo de bom, gostam, e tiram de letra.


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

“não tem para onde ir”

Os 91 índios da etnia Guarani-Kaiwá que ocupam a fazenda São Luiz, em Paranhos (469 quilômetros de Campo Grande), foram intimados pela Justiça a deixar o local até amanhã. Eles não decidiram se vão deixar o local pacificamente, segundo um índio. “Amanhã vai chegar a tropa de choque e vamos nos reunir”, disse. Ele diz que a comunidade “não tem para onde ir” porque aquela é considerada uma área de ocupação tradicional. “O pessoal não está para brigar. Está em uma área legal. A terra é nossa”, afirmou. Em outubro do ano passado, conflitos entre proprietários de fazendas em Paranhos e indígenas que habitavam a aldeia Pirajuí resultaram no desaparecimento de dois professores indígenas: Genivaldo Vera e Rolindo Vera. Genivaldo foi encontrado morto. Até hoje, Rolindo não foi localizado.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Restruturação da "TUTELA"


A TUTELA e um atraso, como exemplo de dependência disto e quando os financiadores pede comprovante de residencia onde se torna difícil, para comunidade comprovar a residencia fixa e necessário pedir um comprovante de residencia emprestado de amigos da cidade para fazer financiamentos de motos , carros, material de


construção etc, caso que não são todos que sedem este apoio mas tem pessoas boas que sedem seu intereço de casa da cidade, comprovante de residencias FIXA só temos da FUNAI que não vale para este tipo de ação sitado acima , pois as empresas não querem financiar sem comprovante de residencia própria.



Indigenistas e Estados insiste a mante r este tipo de tutela sobre nossa comunidade , para nós Indígenas comprovar a residencia precisa da FUNAI , DIZEM QUE A TUTELA ACABOU" mas na pratica ainda continua.



Da mais que na hora de nós ter a nossa liberdade de vida, poder dizer o que queremos comprar ou vender, expressar sem intervenção, tudo o que foi construído até agora por algumas Instituições estatais foi positiva para o passado mesmo com erro, mas agora necessita ter outra visão considerar a realidade de hoje em que vivemos.


terça-feira, 16 de novembro de 2010

CRIANÇAS SOFRENDO NO BRASIL, NOSSO POVO PEDE SOCORRO, FALTA DE ALIMENTO E ABRIGO



Temporal forte na região de Miranda deixa famílias desabrigadas e pedem ajuda de alimentos abrigos, a dois meses foi suspendido pelo os Governos a cesta básica, 1,8 mil Te rena recebia este beneficio de Direito.

Com a forte chuva de 05 de dez embro desabrigou centenas de famílias na aldeia Passarinho e outras pequenas aldeias, os lideranças Indígenas faz um pedido de ajuda para todas as Instituição

Governa mental e não Governa mental para que possa auxiliar nesta situação de vulnerabilidade Social em grave situação de rico,os órgão poderam enviar suas ajuda de alimento e abrigos, Material de Construção a estas famílias que necessita ser atendidos, entre elas as crianças, por outro lado e um fato que as autoridades Brasileira não tomou suas providências.

Fonte; souza
Fotos ; Marcelo Yndio

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Onde esta a proteção dos direitos Humanos?


No Brasil a população Indígena e de 1%, enquanto que toda a população Brasileira e de 190 milhões de pessoas, nesta

margem podemos perceber que nós não seremos lembrados no planejamento de Governo do Brasil, e nosso sonhos e planos também são todos frustrados e até cortado.

Nas aldeias do Estados de MS, são 72 aldeias, estão na estrema pobreza, injustiçados, os Governos demostram não ter vontade Politica de resolver os problemas

que assolam todas as comunidades Indigenas, vemos que não a investimento necessário de recurso para suprir todas as necessidades das comunidade como Politicas Publicas, Saúde, Educação, Lazer, Saneamento Básico, Habitação, Agricultura, além disto não a Politica Publica direcionados para os Idosos, crianças, Jovens.


Outro ponto, e o Ministério Publico Federal, e um dos órgão que tem o poder absoluto de resolver os problemas dos cidadão e a aparentemente demostra não usar a favor da comunidade Indígena, como exemplo as demarcação de Terra


ampliação das terra, que a mais de 20 que esta parado, sendo que as Terras e um direito legal originários dos Povos Indígenas fato que o presidente do Brasil também já engavetou.

Algumas estância de Poderes que se dizem ter proteção ão cidadão, parecem lutar a favor do capital, ser contrários das leis que esta escrita na Constituição Federal do Brasil, trabalham para não ser aprovado na pratica as leis a favor dos Indígenas.


terça-feira, 9 de novembro de 2010

Descaso que pode ser evitado.

Por mais de 30 anos a Rodovia 156 que corta as aldeias de Dourados e uma ameaça para os Indígenas, não garante segurança para a comunidade, sim para os


condutores de veículos, atualmente esta se transformando em uma grande via como as Rodovia de São Paulo de grande transito, que a velocidade passa de 100 km, assim esta hoje neta Rodovia.


Segundo argumentação da comunidade os carros estão correndo muito e não se importa com os Indígenas, crianças atravessam a Rodovia para ir a escola, correndo o perigo de vida, no momento e necessário que se cria mais segurança para a comunidade, outro ponto são as casas a beira da Rodovia que estão
rachando, QUEM VAI PAGAR?

Projeto de Piscicultura abandonado nas aldeias de Dourados

Nas aldeias de Dourados, 16 tanques para criação de peixe estão completamente abandonados, por dois anos não se tem produção, em conversa com os agricultores relataram que o grande pivô da perda e pela falta de recurso, fiscalização e financiamento para os agricultores poder tocar seu próprio negocio.

O projeto de Piscicultura foi financiado pelo Ministério de Desenvolvimento Social e Combate a Fome ( carteira Indígena) intermediado por uma Associação das aldeias de Dourados para chegar até ão beneficiários.

Por um ano e meio o projeto funcionou até quando tinha recurso do projeto, após isto parou, segundo um dos beneficiados o custo para manter um cri ame de peixe funcionando custa muito caro, "nós não temos dinheiro" necessita ter dinheiro para compra da ração e levinos.

O projeto, tem intenção de instituir ações de seguranças alimentar na comunidade, ter consumo direto, gerar renda, ser comercializada e como reserva de água.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Violência no fim de semana na aldeia de Dourados







Mulher indígena de 23 anos leva facada na cabeça na Aldeia Jaguapiru


A indígena Rosinete de Oliveira, de 23 anos, foi vítima de tentativa de homicídio na Aldeia Jaguapiru, em Dourados. Ela levou uma facada na cabeça. A acusada, Valdineia Isnar de Machado, de 21 anos, foi detida por lideranças indígenas e entregue à Força Tática, da Polícia Militar.

O crime aconteceu no domingo as 20 horas numa estrada vicinal que corta a aldeia, onde as duas brigaram e, conforme a polícia, Valdineia teria esfaqueado Rosinete. Ela foi encaminhada para o Hospital da Missão onde está internada em observação. A acusada foi ouvida em declaração e liberada.


Indígena sofre atentado em aldeia de Dourados

O líder indígena Ismael Mamede, de 53 anos, foi vítima de um atentado no início da tarde de domingo (31) em Dourados. O crime aconteceu na aldeia Jaguapiru. Segundo ele, ao se aproximar de um outro indígena desaldeado, foi violentamente atingido por um veículo que deu ré em sua direção.

O condutor, não identificado fugiu do local em alta velocidade. Ismael sofreu fraturas pelo corpo, principalmente braços e pernas e foi levado para o Hospital da Vida por um grupo de indígenas. O caso foi registrado no 1º DP.